Quando abri meu e-mail no domingo dia 16 quase não acreditei que havia sido sorteado para ser um dos primeiros a ouvir as músicas dos Freakeys. Cheguei no estúdio muito feliz por poder conhecer os integrantes de uma das minhas bandas preferidas, e honrado por poder estar ali participando daquele momento que com certeza era muito importante para todos os integrantes desse projeto. Fiquei pensando comigo mesmo: “Será que eles são legais, será que vou curtir?”. Todas as dúvidas caíram por terra logo que entrei no estúdio e fui recepcionado pelo próprio Aquiles.
Ao entrar no estúdio ainda não muito “familiarizado”, fiquei num canto apenas observando e aí veio mais uma prova da simplicidade desses incríveis músicos, o Fábio Laguna passou e me cumprimentou. O Martinez já foi tratando de servir a galera com salgadinhos e bebidas fazendo cada vez mais com que eu, e todos que estavam lá nos sentíssemos cada vez mais confortáveis. Não estavam só os Freakeys, integrantes do Torture Squad também estavam lá, e do Korzus também (lógico, afinal o estúdio é deles rss).
Depois de um tempo chega o último dos Freakeys que ainda não estava no estúdio, o Felipe Andreoli, assim que ele chega a galera começa a sacar suas câmeras e tirar fotos, com as fotos também se inicia a seção de autógrafos, eu logicamente, também peguei os meus. Depois de todos conversarem, tirarem fotos e pegarem autógrafos, é chegada a hora de finalmente ouvir as músicas dos Freakeys.
Os integrantes falaram um pouco sobre este projeto, do tempo que levaram para gravar, dos problemas e situações inusitadas e engraçadas. Na primeira música já se percebe que não se trata de mais um disco instrumental qualquer, algo do tipo “Angra sem Edu cantando”. As músicas são bem diferentes do que estamos acostumados a ouvir nas bandas de seus integrantes (Angra, Hangar, Karma, Eyes Of Shiva, Lápide e Leaviaethan), nenhum integrante foi “favorecido”, há um momento pra cada um, escuta-se Teclado, Guitarra, Bateria e Baixo em todas as músicas. A qualidade das músicas? Ótima!!! Fica claro que todos se superaram e deram o máximo de si nas gravações.
Depois das 5 primeiras músicas(são 10 ao todo), uma pausa. Os integrantes falaram um pouco mais sobre o projeto, o processo de gravação que assim como as músicas, foi “louco”. Cada um gravou sua parte e foi juntando com a do outro até o resultado final. Contaram também um pouco mais sobre a situações um tanto quanto “azaradas” mas, bem engraçadas. Os Freakeys apresentam o Heros Trench (Korzus) e agradecem por todo o suporte que ele deu nas gravações. Após isso, tocam as músicas restantes. Em momento algum o disco torna-se repetitivo, são 10 músicas totalmente diferentes, surpreendentes e de técnica e qualidade imensuráveis. Talvez você que está lendo esta humilde resenha não acredite, eu também não acreditei no início, mas o projeto é totalmente novo, criativo e inusitado, desde as músicas até a capa e encarte (que eles não mostraram segundo o Aquiles, para que a gente compre o cd rss).
Infelizmente tudo tem hora pra acabar, as músicas acabaram, sinceramente, a minha vontade era de ficar ali e ouvir tudo de novo, as palmas das pessoas presentes provaram aos músicos que eles fizeram um ótimo trabalho. Tiraram-se mais algumas fotos e encerrou-se a noite. Volto pra casa contente por ter tido o privilégio de ser “um dos quinze”, ter conhecido novos amigos, ter conhecido o estúdio e tudo mais. Aos que não ouviram ainda, aguardem, pois Freakeys vão surpreender vocês e seus ouvidos.
Por: Kleverton Soares
Por: Kleverton Soares





















