(Publicado em 12/05/2007)
A sessão de autógrafos ocorreu no EM&T de Campinas, franquia do EM&T de São Paulo, às 5h00 antes do Workshop. Como foi pouco divulgada e avisada muito em cima da hora, havia aproximadamente 20 pessoas lá, o que de certa maneira foi bom, porque deu para conversar mais. Enfim, o Aquiles chegou alguns minutinhos atrasado, mas sempre simpático e sorridente, falou oi pra todo mundo e lembrou de mim de um outro show/sessão de autógrafos e me cumprimentou... Nem preciso falar da emoção!
Bom, logo depois fomos ao local onde se realizaria o workshop, que no caso era o Hammer Rock Bar, que, aliás, me surpreendeu bastante pela organização e pela qualidade do som. O work acabou atrasando um pouco, mas valeu a pena.
Assim que entrou, Aquiles tocou algumas músicas do Freakeys e, quando iria pegar o microfone, continuou tocando e depois comentou que o som estava muito bom e que ele estava muito animado. Ele tocou também o Psychosolo antes de começar a falar devidamente. Então ele apresentou sua nova bateria, dando detalhes sobre todos os equipamentos que ele usa, como os microfones, baquetas, pedal e etc. e abriu para perguntas, sempre muito bem-humorado, fazendo piadas com o seu roadie, Marcos, ou no caso “Chaves” (hahaha). Depois ele tocou mais algumas músicas, entre elas, músicas novas do Hangar, muito boas em minha opinião, e também uma do Freakeys, com destaque especial: “Gallamawhat?”. Antes de executá-la, Aquiles chamou a atenção que aquela era uma música muito difícil de se executar, já que era 5 por 8 e em alguns momentos 7 por 8, então ele tinha que pensar com que pé começar e etc, e disse que estava falando isso como um pedido de desculpa antecipado pelos erros que ele pudesse cometer. Depois ele deu um kit de triggers a quem respondesse suas perguntas sobre triggers corretamente e um kit de peles, se eu não me engano, a uma pessoa que fez uma pergunta interessante sobre composição das músicas e exercícios para aumentar a velocidade dos pés.
Bom, logo depois fomos ao local onde se realizaria o workshop, que no caso era o Hammer Rock Bar, que, aliás, me surpreendeu bastante pela organização e pela qualidade do som. O work acabou atrasando um pouco, mas valeu a pena.
Assim que entrou, Aquiles tocou algumas músicas do Freakeys e, quando iria pegar o microfone, continuou tocando e depois comentou que o som estava muito bom e que ele estava muito animado. Ele tocou também o Psychosolo antes de começar a falar devidamente. Então ele apresentou sua nova bateria, dando detalhes sobre todos os equipamentos que ele usa, como os microfones, baquetas, pedal e etc. e abriu para perguntas, sempre muito bem-humorado, fazendo piadas com o seu roadie, Marcos, ou no caso “Chaves” (hahaha). Depois ele tocou mais algumas músicas, entre elas, músicas novas do Hangar, muito boas em minha opinião, e também uma do Freakeys, com destaque especial: “Gallamawhat?”. Antes de executá-la, Aquiles chamou a atenção que aquela era uma música muito difícil de se executar, já que era 5 por 8 e em alguns momentos 7 por 8, então ele tinha que pensar com que pé começar e etc, e disse que estava falando isso como um pedido de desculpa antecipado pelos erros que ele pudesse cometer. Depois ele deu um kit de triggers a quem respondesse suas perguntas sobre triggers corretamente e um kit de peles, se eu não me engano, a uma pessoa que fez uma pergunta interessante sobre composição das músicas e exercícios para aumentar a velocidade dos pés.
Antes de tocar então as últimas músicas, Aquiles chamou todas as pessoas que estivessem usando camisetas dele, do Hangar, Angra ou Freakeys para subirem no palco e assisti-lo tocar de lá. Imediatamente eu me levantei e subi no palco, e tive a sorte de vê-lo tocar Nova Era e Angels And Demons de pertinho. Ao terminar a última, Aquiles virou-se e meu deu o par de baquetas que estava usando! E claro, eu não conseguia parar de sorrir nem falar nada com muito nexo (risos).
Como de costume ele deu uma pausa para o banho e prometeu conversar com todos nós quando voltasse. Eu já saí correndo para a fila e poucos minutos depois, lá estava Aquiles, falando “Você de novo!”. Aí eu pude perguntar algumas coisas que eu tinha esquecido de perguntar durante o workshop e ele como sempre, foi muito atencioso e simpático. Eu, que já estava muito contente, fiquei ainda mais quando ele comentou que a redação (que eu escrevi sobre ele na escola), que eu havia entregado para ele na última vez em que o vi, estava guardada e que ele tinha gostado muito. Aí tiramos mais fotos e peguei mais autógrafos e infelizmente tive que ir embora, porém muito feliz, já que Aquiles comentou que provavelmente na próxima quinta-feira ele estaria de volta fazendo um show com o Freakeys no EM&T!Nesse workshop eu fui acompanhada do meu namorado, Rafael Monteiro, e uma amiga que tocava bateria, mas havia parado. Quando saímos de lá, não parávamos de comentar como estávamos com ainda mais vontade de tocar. Eu e meu namorado, no caso, já tocamos, mas mesmo assim, ver um workshop do Aquiles sempre me dá aquela vontade de tocar mais e melhor.





















