(Publicado em 29/09/2007)
Quando foram chegando as 19:00 horas eu já não me agüentava mais de ansiedade... Foram quase 2 meses de espera, mas estava chegando! Estávamos eu e minha amiga Manu numa aula empolgante de Zoologia (estamos estudando répteis, polvo foi semestre passado!) quando a irmã dela liga: “Já começou!!! Corram!”. Ela não precisou dizer mais nada! Nos desculpamos e fomos para o auditório do SENAC.
Chegando lá, para nossa felicidade, o pessoal só estava entrando ainda. O ingresso foi cortado, ficamos com o canhoto para participar de sorteios e recebemos uma revista estampando o Aquiles e uma caneta. Procuramos um lugar bem privilegiado e esperamos mais alguns minutos! Só quando vimos aquela bateria enorme com a máscara do polvo ali foi que percebemos que era verdade mesmo!
Às 20:15 o “mestre de cerimônias”, Wilson, chama o grande baterista Aquiles Priester... A galera vai à loucura!!!! Ele entra com um sorriso nos lábios e já cai matando!!!! Toca 3 músicas direto e a gente ali... só de boca aberta! O cara arrebenta!!! Rápido, nervoso, intoxicante... Ao vivo é outra coisa!
Depois ele faz uma pequena pausa (“Quando é que ele respira??”) pra dizer boa noite! Boa, muito boa mesmo! Ele pergunta quem ali era baterista (uns poucos levantam a mão! A maioria é bicão! Hehe) e quem tinha ido no work que ele fez ano passado. Então ele disse que ia tocar mais um pouco... E como tocou!!!! Mandou um Hard Rock bem legal e até saiu um samba! A versatilidade dele é outra coisa impressionante!Quando eu já começava a ficar surda (estava bem perto do palco), ele parou para apresentar a batera e responder algumas perguntas. Ele mostrou o equipamento e nos mostrou a diferença do som com e sem Trigger (Ele nos obrigou a fazer “OOOOOOHHHHH” depois da demonstração, pra mostrar que entendemos!), apresentou os rapazes que trabalham com ele (são tantos apelidos diferentes – e uns que ele inventou na hora – que nem consigo lembrar) e se sentou mais perto da gente para tirar nossas dúvidas. Ele respondeu a todas as perguntas e contou muito de sua vida, ídolos, viagens... Mostrou alguns exercícios para melhorar a coordenação, mostrou até como segurar as baquetas! =D
Depois de muito papo ele voltou para a batera. Dessa vez só com o metrônomo (acho que é isso!). Ia tirando o som e explicando porque soava daquela forma. Então ele pediu desculpas caso errasse a próxima música, pois era a mais difícil para ele. Freakeys!!!!!!!Tocou mais duas e chamou o Leonardo, um dos ótimos bateristas que temos em Rio Verde, para tocar Acid Rain. E o cara mandou muito bem!!! A cara do Aquiles foi a melhor... tipo mestre para aprendiz! Então ele fez algo que eu não imaginei e que nunca vou esquecer: convidou os “amigos que vieram com camiseta do Angra” para ouvirem as duas últimas músicas do palco!!! Eu fiquei catatônica!! Ele teve que berrar “Vem gente!”, senão ninguém acordava do choque!!! (Ainda bem que eu fui com minha camiseta do Rebirth!)
Ele tocou Nova Era (e eu cantei demais!!) e, acho, Angels and Demons. Não tenho certeza porque ali perto dele eu estava mais interessada em vê-lo em ação e tirar fotos. Foi muito bom! Após essa apoteose saímos do auditório e ficamos esperando por ele lá fora! E ele cumpriu o que prometeu! Deu autógrafos e tirou foto com TODOS! Foi muito legal trocar uma idéia com ele! Poder dizer o quanto eu admiro o trabalho dele e como eu ADOREI o Aurora Consurgens!!! Ele foi hiper simpático com todos!
A noite terminou com um convite (que não iremos recusar da próxima vez! =D) e uma promessa de retorno que será aguardada com muita ansiedade! Que venha o Hangar!!!!
Emmanuella e Aquiles
Giuli e Aquiles
Ana Cláudia e Aquiles.Por: Ana Cláudia Santana













