sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Ramon Montagner entrevista Aquiles Priester:

(Publicado em 21/06/2007)

Confira abaixo a segunda parte do bate-papo entre os endorsees da Evans Aquiles Priester e Ramon Montagner.

Ramon Montagner - Como fica a sua vida pessoal viajando tanto com o Angra?
Aquiles Priester - Esse é um assunto bem delicado, pois quando ficamos um tempo sem viajar, me acostumo novamente com coisas bem simples, como levar minha filha à escola ou passear com meu cachorro e de repente aparece uma turnê e toda aquela rotina desaparece novamente. O começo de uma tour é bem legal, pois ver a reação das pessoas com as novas músicas é realmente fascinante. No entanto, a família é sempre sacrificada com esse tipo de situação, e ainda tem o dia-a-dia, que também consome muito tempo.

Ramon - Como foi o processo de composição do seu trabalho instrumental, o Freakeys?
Aquiles - Na verdade quem compôs tudo foi o Fábio Laguna, mas ele me deu liberdade total para criar minhas levadas e mudar as idéias que ele já tinha seqüenciado na bateria eletrônica. Hoje quando escuto as idéias iniciais que ele tinha seqüenciado, me assusto com o tanto que as músicas mudaram. Posso afirmar com certeza que é o disco mais técnico e espontâneo que já fiz. A minha personalidade musical está completamente inserida nesse trabalho.

Ramon - Como é a sua postura em relação a ritmos brasileiros no trabalho do Angra? Você procura inseri-los?
Aquiles - Isso é uma coisa que muitas vezes já vem pronta quando o autor traz a música ainda sem forma definida. Muitas vezes só existe a idéia de fazer alguma coisa mais regional e a forma da levada eu defino tocando junto com a banda. Não me preocupo em tocar o ritmo na sua forma original e sim tento inserir a minha interpretação da idéia inicial.

Ramon - Como, quando e o quê você procura estudar?
Aquiles - Estudo todo o tempo que tenho livre, inclusive quando estamos em turnê, costumo praticar muito nos pads de borracha para manter a técnica de mão em dia. O que estudar varia de acordo com a necessidade do momento. Se eu estiver me preparando para uma tour de workshops, vou estudar o material que vou apresentar. Se vou sair para uma turnê longa, me preocupo com minha alimentação e forma física e se estou com a agenda livre, costumo estudar técnicas e idéias novas que ainda não domino bem.

Ramon - Qual a porcentagem de importância que as peles recebem na qualidade final do som da sua bateria?
Aquiles - As peles são fundamentais para o meu som. Cada mudança do meu set up de peles influenciam totalmente na sonoridade do meu kit. As peles que estou usando atualmente são as EC2 e já gravei dois discos com essas peles (Aurora Consurgens do Angra e o novo disco do Hangar que será lançado no Japão em julho desse ano). O desempenho no estúdio foi fantástico e muito surpreendente.
* Para acessar a primeira parte do bate-papo, em que Aquiles entrevista Ramon, clique aqui!

Fonte:

http://www.musical-express.com.br/br/noticias/ultimas.asp?id=298

Show do Freakeys - Campinas/SP – 03/05/2007 Por: Mariana Pereira

(Publicado em 19/06/2007)

Ainda recuperando-se do workshop na semana anterior, os campineiros tiveram o privilégio de assistir o show do Freakeys bem de pertinho. O show, marcado para as 7 horas, atrasou um pouco, o que acabou sendo bom para mim, já que eu tive que chegar um pouco em cima da hora, por motivos de locomoção (mamãe! hahaha). De qualquer jeito, deu para pegar um ótimo lugar, mesmo porque havia apenas 40 pessoas aproximadamente.

Depois de um dos sócios da EM&T Campinas nos falar um pouco sobre a escola e nos pedir ajuda para divulgar os eventos, a banda entrou e começou a tocar. Durante as primeiras duas músicas, a platéia permaneceu sentada, pois estávamos em uma espécie de anfiteatro, mas no final da segunda ou terceira música já estávamos todos em pé, pulando e agitando bastante. Aquiles até comentou que estávamos superestimando a capacidade de concentração dele (hahahaha).

Eles continuaram tocando, o Aquiles como sempre fazendo piadas e, como haviam relativamente poucas pessoas, conversando com a gente. Em um certo momento, um fã avisou-o que uma estante de um prato tava mal rosqueada, então Aquiles chamou o Marquinhos e fez mais alguns comentários engraçados...Depois eles se apresentaram e, claro, nosso Polvo não poderia poupar comentários sobre o sotaque do sul de Martinez, e fez todo mundo repetir MartiNEZ!

Enfim, o show prosseguiu como se fosse mais um ensaio, bem descontraído, segundo os próprios membros da banda. Eles executaram as faixas do Freakeys e ainda fecharam o show com Smoke On The Water, do Deep Purple, com Nando Fernandes, o novo vocalista do Hangar, que em minha opinião é surpreendente.

Assim que acabou o show, a banda toda ficou conversando, tirando foto com todos os fãs presentes. Foi muito legal conhecer Martinez, que era o único que eu ainda não tinha visto pessoalmente, muito bacana, por sinal. Eu esqueci a capinha do meu CD infelizmente, mas pelo menos consegui tirar fotos. Alguns minutos mais tarde Aquiles chegou e, claro, fui conversar com ele. Tive então a oportunidade de contá-lo que a redação que eu fiz sobre ele, a qual eu já havia o entregado, tinha sido publicada numa coletânea, então eu a levei e o entreguei. Ele ficou super contente e pediu para eu autografá-la, o que não deve ter saído muito bom, já que eu estava praticamente tremendo de tanta emoção!

Ficamos conversando um tempo e contei-o também que a minha bateria fica no meu quarto e eu estava decorando suas paredes com umas baquetas que ele já havia me dado e uma pele minha que ele havia autografado, aí ele resolveu me dar uma pele dele pra eu usar ao invés da minha! Enfim, queria ter ficado muito mais tempo lá, mas era quinta-feira, minha mãe estava cansada, então ela veio me buscar e eu disse a Aquiles que tinha que ir, então ele disse para eu chamar a minha mãe e ficamos todos conversando um pouquinho, mas infelizmente já era hora de ir embora. Não preciso nem comentar que nunca vou esquecer esse show! Foi simplesmente perfeito! Mais uma vez Aquiles confirmou que existem pessoas com as quais sempre estaremos surpresos, porque quando pensamos que não há mais nada que elas possam fazer para nos surpreender, elas mostram que estávamos errados. Aquiles, parabéns pelo seu trabalho e sua humildade, atenção e carinho com os fãs, assim você será ídolo de cada vez mais pessoas!
Por: Mariana Pereira

Aquiles Priester no Band Esporte Clube

(Publicado em 17/06/2007)
Nesta segunda, dia 18 de junho, o "Band Esporte Clube" apresenta uma matéria gravada com os Corinthianos Aquiles Priester e Eduardo Falaschi durante jogo do Corinthians no estádio do Pacaembú. O Band Esporte Clube vai ao ar pela TV Bandeirantes, às 20h15, para todo o Brasil.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Curso de Férias com um dos melhores bateristas de Heavy Metal do mundo, Aquiles Priester:

(Publicado em 16/06/2007)
The Master "Double bass" Class

Essa é uma oportunidade única para você saber como um baterista pode abrir caminhos no cenário do Rock mundial. Aquiles Priester, com o aval da Evans USA e a grife do IP&T, revelará tudo sobre afinação, set-up, resistência, gravação, técnicas, improvisos e segredos que não é comum serem revelados em salas de aula.

Grátis: Apostila, DVD Aquiles Priester autografado, Camiseta exclusiva Evans, e Certificado de Participação expedido pelo IP&T-Instituto de Percussão e Tecnologia.

Atenção para a nova data do curso:
Dia: 18 de Julho de 2007 (Quarta-feira)
Horário: 19h00
Endereço: Av. Eng. George Corbisier, 100 - São Paulo/SP
Carga Horária: 3 horas/aulaPreço: R$ 45,00
Informações:
www.emt.com.br
Telefone: (11) 5012-2777

Aquiles Priester: Destaque nas revistas internacionais "Drummer Magazine" e "Modern Player".

(Publicado em 14/06/2007)

Aquiles Priester está nas páginas da Drummer Magazine, que é a maior revista de bateria de Londres. A entrevista ocorreu durante sua apresentação do Festival Drummer Live em setembro do ano passado. Na entrevista, Aquiles conta alguns detalhes da sua abordagem musical, além de contar alguns segredos da sua resistência física, como comer leões africanos na sua infância...

Segue um trecho traduzido da entrevista:
“Baseado nas aparências, as normais associações com as bandas de metal, são de pessoas que se vestem de preto e são bravas... Até que Aquiles Priester, baterista da grande banda brasileira de Heavy Metal Angra, sentar-se a minha frente numa mesa do centro de eventos Excel London com uma expressão muito feliz...
Tudo bem, ele estava vestido de preto e tinha cabelos compridos, mas ele é possivelmente, uma das pessoas mais legais que já conheci na minha vida. Isso é realmente intrigante, pois músicos de metal geralmente têm outro perfil... Pode ser, mas não Aquiles. Na verdade, nossa entrevista foi interrompida algumas vezes para ele dar autógrafos para alguns garotos e um deles estava vestindo uma camiseta da Sabian e Aquiles disse: - Está na hora de vocês trocar os seus pratos... Isso mostra a paixão que o músico tem pelos seus pratos Paiste e a consciência ao endossar uma marca...”

Aquiles também foi capa da revista de bateria da China Modern Player e a entrevista foi dada após o workshop que o músico deu em Beijing, após ter viajado trinta horas... Veja a expressão de cansado do baterista... Sobre isso Aquiles comenta: - Quem leu os meus diários sobre a turnê japonesa sabe por que estou “estropiado” dessa forma...

Blog APP Entrevista Sergio Buss:

(Publicado em 11/06/2007)

"Em entrevista exclusiva ao Blog Aquiles Polvo Priester, o renomado guitarrista, Sergio Buss, fala sobre seu novo cd: Liquid Peace of Me e conta sobre como foi a participação do baterista Aquiles Priester nesse seu projeto.
Boa leitura,"
Michely Sobral.
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Blog APP: Sergio, você acabou de lançar o seu novo cd instrumental, o "Liquid Peace of Me", e foi um trabalho que exigiu muita dedicação e tempo. Comenta um pouco sobre todo esse processo de composição, arranjos, além das outras formas de artes que aparecem nele, como cinema, literatura e fotografia.
SERJ: Foi um processo realmente bem demorado, por vários motivos, pessoais, profissionais e de agenda. De uma certa forma eu me diverti bastante assistindo esse projeto crescer, tomar forma, e não quis interferir muito nisso, não quis apressar o que estava acontecendo.

Blog APP: E depois do cd pronto, qual a opinião do Sergio sobre o "Liquid Peace of Me"?
SERJ: Pergunta estranha de responder sem parecer prepotente... mas eu gosto pra caceeete desse trabalho. Nunca havia finalizado um projeto com o qual eu estivesse 100% satisfeito, e com esse eu estou. É um trabalho voltado para uma arte que muitos guitarristas esqueceram: a música, a composição. Infelizmente hoje em dia a maioria dos músicos que lançam um trabalho solo se preocupam mais em impressionar os outros amigos músicos do que em fazer boas músicas. É uma pena, e esse é um dos motivos pelo qual a música instrumental não tem muito espaço na mídia...

Blog APP: O "Liquid Peace of Me" conta com a participação especial de vários músicos, dentre eles Aquiles Priester, como surgiu o convite para essa parceria? E que tipo de "som" você pediu para ele colocar na bateria?
SERJ: O Aquiles foi o baterista que tocou comigo na primeira Tour do Tritone, e ele sempre me disse que um grande sonho dele era de gravar no CD de um guitarrista... bom, quando eu estava preparando o meu CD, pensei nele, fiz o convite e ele topou. Quanto ao som... não lembro de ter pedido um som em específico, mas lembro muito bem que disse pra ele que queria que ele aparecesse pra gravar com "uns 8 chinas, 6 splashes e 15 Tons" !!!! hahaha
Blog APP: Como foi trabalhar com o Aquiles e em quanto tempo ele gravou? Tem alguma história curiosa acontecida durante as gravações que você possa compartilhar conosco? De qual faixa ele participou e como você analisa o resultado final dessa participação?
SERJ: Trabalhar com ele foi um prazer, e o Aquiles me surpreendeu muito pela facilidade com que ele mudava de estilo pra tocar musicas que pediam sonoridade e interpretações diferentes. De curiosidade, vale mencionar o fato de que eu finalmente achei alguém tão exigente quanto eu num processo de gravação e em função disso, o resultado não poderia ser melhor.
Blog APP: Como você vê o cenário da música instrumental no Brasil? Vale a pena o músico investir nesse gênero? O público brasileiro aceita bem esse tipo de trabalho?
SERJ: Se vale a pena investir? Bom, depende... no meu caso , o investimento foi por causa de uma realização pessoal, e não financeira. Eu queria gravar um trabalho que fosse genuíno e que me deixasse satisfeito com o resultado. Consegui chegar aonde eu queria. Agora, financeiramente falando, existe uma boa chance desse ser o ultimo trabalho meu em CD... pelo menos até solucionarem o problema da pirataria... os próprios "fãs" estão destruindo com os artistas...

Blog APP: E agora, quais são os novos planos do Sergio? Podemos esperar apresentações do "Liquid Peace of Me" com todos os convidados envolvidos nesse projeto?
SERJ: Gostaria muito, e estou ensaiando com uma banda pra isso. Mas foram tantas as participações especiais, nacionais e internacionais, que é simplesmente impossível juntar toda a galera num único show!

Blog APP: Sergio foi um prazer enorme ter tido essa oportunidade de entrevistá-lo. Gostaria que você fizesse suas considerações finais.
SERJ: Obrigado a vocês e aos fãs que estão lendo essa entrevista. Prestigiem o trabalho do Aquiles, o meu, e de muita gente que merece.... comprem os CDs que vocês gostam... música ainda é uma diversão que exige um investimento muito baixo... Pra quem se interessar em ouvir e comprar o meu novo CD, visite www.serj.net !
Be good

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Promoção Exclusiva: Hangar e Blog APP

(Publicado em 09/06/2007)
Informações: blogapp@yahoo.com.br

Workshop Aquiles Priester - EMT - 31/05/07 Por: Marina Dickinson e João Duarte

(Publicado em 05/06/2007)

Ver um workshop do Aquiles é sempre uma alegria à parte, poder rever amigos, botar o papo em dia, conhecer gente nova e é lógico, ver o Aquiles detonando tudo. Impressionante o quanto o Aquiles evolui de uma apresentação pra outra, sempre deixando as músicas cada vez melhores... E dessa vez não foi diferente! Com um pequeno atraso, ás 19:50, Aquiles é apresentado e sobe ao palco sem falar nada pra tocar as 4 primeiras músicas do Freakeys: One Cup One Lighter One Jack, Beetle Dance, The Dream Seller e Golden Bullet. Após esta, Aquiles fala um energético "boa noite" pra galera, agradece a todos e pede desculpas por possíveis erros na próxima música, Gallamawhat?!, falando que é uma das mais difíceis de ser executada ao vivo. Erros? Não percebi!

Sem perder tempo emendou o seu já famoso PsychoSolo, mas dessa vez com um diferencial, totalmente sequenciado, do começo ao fim. Aquiles explicou que agora tem que ficar ainda mais atento nos tempos e nas mudanças de andamento pra não se perder no meio desse solo gigante.

Fuçando no iPod, ele decidiu fazer umas mudanças e tocar músicas antigas que não eram tocadas há tempos, uma espécie de "ensaio ao vivo" dessas músicas. Para nossa alegria vieram Sailing The Sea Of Sorrow e Legions Of Fate ambas do Hangar. Tocada com algumas mudanças nos arranjos, parecia que o Aquiles queria furar as peles tamanha a vontade de tocá-las.

Muitos assuntos rolaram no work, sobre bateria, sobre as bandas, sobre a vida musical do Aquiles. Ele começou falando do tamanho dos tons e dizendo que o modo de posicioná-los foi influência do Nicko (Iron Maiden). Falou também que o tom menor posicionado em cima do tom maior é para tocar fielmente as músicas do Freakeys, que originalmente foram gravadas assim, mas que de pouco em pouco vai introduzindo nas outras músicas também.Disse ainda que muda de set de batera mais ou menos de 3 em 3 meses ou um pouco mais, dependendo do que está estudando no momento.

Aquiles faz uma demonstração de Rimshot e falou de como as baquetas são projetadas pra ajudar a ter uma pegada boa nas gravações. Das peles falou do anel interno que segura os harmônicos e que ele usou essas peles nos cd´s Aurora e no novo do Hangar e comentou que o diferencial foi que não precisou trocar de pele durante as gravações.

Dos triggers falou que eles sozinhos não fazem milagre e brincou com a galera que inventa milhões de teorias sobre qual é a função desse equipamento: "ele não deixa a pele lisinha e nem o cabelo mais sedoso" e ainda completou que quem pensa que o trigger camufla os erros está errado, que na verdade eles servem pra definir mais o som. Fazendo uma definição dos sons acústicos e trigados e falou tambem que o seu último surdo de 14" é mais pesado do que seu surdo de 18" por causa do timbre do trigger, e realmente é um barulho ensurdecedor! Demonstrou os cases com a ajuda do Marquinhos e da monitoração disse que só ouve nos fones de ouvido a batera e um pouco da voz do Edu e dependendo da música, os samples também.

Aquiles falou do começo de carreira com o Hangar, de como ensaiavam direto (numa sala cheia de frases de incentivo na parede) e de todos os acontecimentos até ser convidado a tocar com o Di´anno. Contou também que no começo era sempre confundido com o empresário da banda, pelo fato de andar sempre de social em razão ao trabalho na multinacional. Perguntado sobre a frase "onde há uma vontade..." ele disse que recebeu um cartão dos amigos da tal empresa e que todo o rigor e perfeccionismo aprendido no trabalho anterior ele levou pra vida de músico. Falou das bandas que anda ouvindo ultimamente (e que lista mais eclética!) e da gravação do DVD do Angra que não ocorreu porque seria gravado numa mina abandonada no interior de SP e a produção acabou se tornando muito cara.

Hora de música, Aquiles tocou Ask The Lonely (cover do Journey feita pelo Hangar), lembrando que essa música sairá no relançamento do CD Last Time junto com a regravação de Angel Of The Stereo. Na sequência ele tocou Waiting in silence e aí foi a hora mais esperada da noite: as músicas novas do Hangar! Simplesmente incríveis!! Parecia que a bateria ia pegar fogo!

Houve uma baita ovação no final dessas músicas, o público curtiu muito! Esse cd do Hangar promete e esperamos logo logo ver shows por aqui... Pra terminar, Aquiles chamou quem estava com camisas do Hangar (aeeeeee!!) , a dele, do Freakeys e do Angra pra subir no palco e ver de perto a execução de Nova Era e Angels And Demons. Com muito bom humor, ele encerrou o Workshop e depois atendeu a todos, tirou fotos e comprovou que com dedicação, profissionalismo e amor a música ele se transformou numa máquina insana de tocar bateria. Mas essas músicas novas do Hangar, huummmm... vai dar muito trabalho pra quem quiser tirar as partes da bateria (eu incluso rsrsr). Só temos uma coisa a dizer: Parabéns Aquiles!

Galeria de Fotos: Workshop Aquiles Priester - EMT - 31/05/07

Galeria de Arte – Caricatura Aquiles Priester. Por Samir

(Publicado em 03/06/2007)
"A idéia para fazer essa caricatura surgiu enquanto eu ouvia a música Golden Bullet, do cd Freakeys. Então lembrei de uma foto onde o nosso Polvo estava sentado no banquinho da Mapex e fiz o desenho. Espero que o Aquiles e todos vocês que acompanham o Blog APP curtam".

Abraços ,
Samir (Fortaleza-Ce)

* E se você também quer ter sua "Arte - Aquiles Priester" publicada no Blog APP, basta enviar o seu material para o e-mail:
blogapp@yahoo.com.br e teremos o maior prazer em publicá-lo!!!