domingo, 25 de janeiro de 2009

Produtos do Hangar disponíveis na DieHard:

(Publicado em 10/10/2007)

Já estão disponíveis as novas camisetas da banda Hangar. Os modelos de manga longa serão disponibilizados em breve e as de manga curta e baby look já estão à venda no site da loja Die Hard . A loja também está com uma quantidade limitadíssima do CD Japonês "The Reason of Your Conviction" e também disponibilizou para compras na net o novo método de Aquiles Priester - Inside my Psychobook (100 double bass patterns).
http://www.diehard.com.br/lojaweb/detalhes.asp?codprod=17039
THE REASON OF YOUR CONVICTION BABYLOOK TAM.P

http://www.diehard.com.br/lojaweb/detalhes.asp?codprod=17040
THE REASON OF YOUR CONVICTION BABYLOOK TAM.M

http://www.diehard.com.br/lojaweb/detalhes.asp?codprod=17041
THE REASON OF YOUR CONVICTION BABYLOOK TAM.G

http://www.diehard.com.br/lojaweb/detalhes.asp?codprod=17042
THE REASON OF YOUR CONVICTION MANGA CURTA TAM.G

http://www.diehard.com.br/lojaweb/detalhes.asp?codprod=17021
INSIDE MY PSHYCHOBOOK

The Reason Of Your Conviction: Japanese Edition.

(Publicado em 09/10/2007)
A versão japonesa do novo álbum do Hangar já está disponível na loja virtual da DIEHARD.

Tracklist:
01. Just The Beginning
02. The Reason Of Your Conviction
03. Hastiness
04. Call Me In The Name Of Death
05. Forgive The Pain
06. Captivity (A House With A Thousand Rooms)
07. Forgotten Pictures
08. Everlasting Is The Salvation
09. One More Chance
10. When The Darkness Takes You
11. Your Skin And Bones (Bonus Track)
12. Breaking All The Rules (Peter Frampton Cover - Bonus Track)

Informações:
Produced by Aquiles Priester. Co-produced by Heros Trench, Marcello Pompeu and Fábio Laguna. Recorded at Mr. Som Studios (São Paulo - Brazil) from July 2006 until January 2007. Engineered by Heros Trench, Marcello Pompeu, Cristiano Schneider and Rafael Lopes. Mixed and Mastered by Tommy Newton at Area 51 Studio (Celle - Germany) March 2007.

Art forbidden and Artwork design by Luciano Sorrentino and Patrícia Priester. Cover by Fábio Emerson Pinto. Photography by Carina Zaratin. Making of photography by Ricardo Zupa.

Special Guests: Arnaldo Antunes - track 1, Vitor Rodrigues - tracks 3 and 8 Antoniela do Canto - tracks 1, 4, 8 and 10.

Galeria de Fans - Por: Hiury Miranda.

(Publicado em 08/10/2007)

E aí galera, tudo bem?? Meu nome é Hiury, já mandei tantas resenhas pra cá que eu já até perdi a conta... Fica meio impossível do Aquiles se esquecer da minha cara, pois em todo lugar que ele vai eu vou atrás!!

Hoje estou aqui pra falar que eu peguei duas aulas particulares com Aquiles em Uberlândia MG (exatamente um mês depois de estar com ele no workshop aqui), pena que foi muito pouco tempo de aula. Ele me passou alguns rudimentos e exercícios pra ganhar velocidade, tanto nas mãos quanto nos pés, que são coisas que todos bateristas devem saber e que eu não sabia muito bem!! O mais legal de tudo é que ele lembrou de mim do workshop, e ele viu a resenha passada que eu mandei pra cá também...

Foi pouco tempo mais valeu muito a pena! Ter uma aula com um ídolo é muito motivante e deixa qualquer fã inspirado a seguir sua carreira de músico, e esse cara representa muita coisa pra mim!! Depois das aulas nós ficamos conversando um bom tempo, nem dava pra acreditar, pra falar verdade até agora não cai na real, até tomei café com o Aquiles... kkkkkkk

Quando eu estava indo embora ele me falou algumas coisas que me deixaram mais animado ainda: disse que eu ia ter sucesso e mais um monte de coisas. Veja a foto aí... Daqui uns dias monto um painel de fotos com ele mando pra cá!
Abraço e sorte a todos...

Hiury Miranda

sábado, 24 de janeiro de 2009

Hangar na Expomusic – Agradecimentos da banda:

(Publicado em 06/10/2007)

A banda Hangar quer agradecer a todas as pessoas que compareceram na Expomusic para retirar a senha, ficar na fila e autografar o CD. A promoção foi um grande sucesso e agora queremos saber o que vocês acharam no nosso CD promocional. Por favor entrem no fórum (http://www.hangar.mus.br/forum) e comentem... Podem ter certeza que estaremos lá com vocês!!!
Agradecimentos mais que especiais aos novos amigos e parceiros da Loja Lady Snake.

Banda Hangar

Aquiles Priester em entrevista reveladora na Modern Drummer de outubro.

(Publicado em 04/10/2007)
Aquiles Priester hoje é considerado sinônimo de sucesso por toda classe musical. Ele reúne habilidades com as quais pode moldar sua carreira com total eficiência. Sua dedicação a bateria é profunda e minunciosa. A busca por aprimoramento musical é incessante. A meta principal é, e sempre será, a música de qualidade. Sua característica detalhista emerge em todas as suas atividades, demonstrando a importância e a seriedade de como encara sua carreira. Nesta entrevista falaremos do novo CD de sua banda Hangar “The Reason of Your Conviction” e o lançamento de seu método de bateria, Inside my PsychoBook, além de revelar alguns dos seus segredos de como atingir objetivos musicais.

Almah – Sesc Santo André/SP - 21/09/07 - Por João Duarte - Fotos por Marina Dickinson

(Publicado em 02/10/2007)

Voltamos ao Sesc Santo André pra dessa vez ver o Almah e lógico, ver o Aquiles detonar pela qüingentésima vez, enquanto não sai por aqui o tão aguardado cd novo do Hangar. O show foi no teatro do Sesc e tinha um público legal para o local. Chegamos pouco antes do show começar e uma fumaça nublava o local, não nos deixando ver muito bem as coisas, porém quando o show começou a fumaça não incomodou mais. King foi a música de abertura e logo de cara uma surpresa roubou minha atenção por muito tempo: Aquiles de rack de batera novo!! Deixou a batera com aspecto maior e mais imponente, apesar do Aquiles não ter acrescentado mais nenhum prato. Com certeza causará um impacto maior, mas em contrapartida, está ficando cada vez mais difícil “ver” o Aquiles atrás desse kit! Sem perder tempo tocaram Break All The Welds e Take Back Your Spell e como o palco era bem baixo, o pessoal que estava lá no gargarejo podia literalmente tocar nos músicos. Quem estava sentado podia ver o palco inteiro sem incomodo de pessoas na frente. Fato esse que o Edu lembrou que por isso o lugar se assemelhava aos do Japão, por causa das cadeiras. Destaque pra galera que participou bastante durante todo o set list, abrindo rodas e às vezes cantando mais alto que a própria banda. Heroes Of Sand fez a galera cantar e deixou um clima legal para Golden Empire, que manteve o mesmo espírito. Depois uma das minhas preferidas, Scary Zone, seguida pela bela Breath dedicada pelo Edu a todos e acabou a música sendo abraçado por um fã que subiu no palco.
Depois foi um momento que muitos esperavam: solo do Aquiles. Engraçado como até os seguranças pararam de vigiar as portas e o público e se viraram para ver quem era aquele louco atrás daquele kit imenso, ficando espantados (como todos) com a técnica cada vez mais refinada do Aquiles. Ele deixou de usar playback, ficando mais livre pra criar e mostrar umas coisas novas bem legais sem ficar preso ao click e ao arranjo do Solo. Mesmo sem terminar de tocar já era ovacionado pela galera que gritava seu nome bem alto. Na seqüência veio o solo do Felipe e ao final do solo mais duas do Angra: The Course Of Nature e Bleeding Heart. Essa o Edu anunciou que tocará bastante a partir de agora.

A próxima foi o cover do Malmmsteen, Never Die. O Aquiles agitou tanto nessa que deve ter ficado com torcicolo depois do show. Aí foi a vez do solo do novo guitarrista Marcelo Barbosa, seguido pelo solo da surpresa da noite (depois falo porque): Fábio Laguna. Depois tocaram Children Of Lies e Symphony Of Destruction do Megadeth (nessa hora me lembrei do show deles e como foi maravilhoso!!) Mesmo sendo uma música bem reta, o Aquiles deu umas quebradas no tempo que quase fez o Marcelo se perder.

Hora do bis: Nova Era, não precisa dizer que a galera cantou de ponta a ponta (deixando o Edu sem muito o que cantar). Dessa vez não teve Spread Your Fire, mas teve algo que valeu muito: troca de instrumentos. Felipe na batera (que surpreendeu até o Aquiles com os bumbos duplos no final), Aquiles “Harris” no baixo, Edu no teclado e algo como o próprio Aquiles anunciou como sendo um privilégio: Laguna nos vocais! Ele mesmo tratou logo de brincar dizendo que ele fala sim!! E mais surpreendente do que tudo, ele canta muito bem!!!!!! Mandaram uma Smoke On The Water com o Laguna tendo uma presença de palco muito boa (melhor do que muito vocalista veterano aí) encarando a platéia de frente, seguro do que está fazendo. Grande Laguna! Terminado o show, todos se abraçam e terminaram a festa em grande estilo. Edu está cantando muito, dá até gosto de ver e a banda está muito boa. A iluminação e o som também. Depois foi só botar o papo em dia com os amigos que encontramos por lá e esperar o próximo.
João Duarte e Marina Dickinson

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Workshop Aquiles Priester - Rio Verde/GO - 05/09/07 Por: Ana Cláudia Santana

(Publicado em 29/09/2007)

Quando foram chegando as 19:00 horas eu já não me agüentava mais de ansiedade... Foram quase 2 meses de espera, mas estava chegando! Estávamos eu e minha amiga Manu numa aula empolgante de Zoologia (estamos estudando répteis, polvo foi semestre passado!) quando a irmã dela liga: “Já começou!!! Corram!”. Ela não precisou dizer mais nada! Nos desculpamos e fomos para o auditório do SENAC.

Chegando lá, para nossa felicidade, o pessoal só estava entrando ainda. O ingresso foi cortado, ficamos com o canhoto para participar de sorteios e recebemos uma revista estampando o Aquiles e uma caneta. Procuramos um lugar bem privilegiado e esperamos mais alguns minutos! Só quando vimos aquela bateria enorme com a máscara do polvo ali foi que percebemos que era verdade mesmo!

Às 20:15 o “mestre de cerimônias”, Wilson, chama o grande baterista Aquiles Priester... A galera vai à loucura!!!! Ele entra com um sorriso nos lábios e já cai matando!!!! Toca 3 músicas direto e a gente ali... só de boca aberta! O cara arrebenta!!! Rápido, nervoso, intoxicante... Ao vivo é outra coisa!
Depois ele faz uma pequena pausa (“Quando é que ele respira??”) pra dizer boa noite! Boa, muito boa mesmo! Ele pergunta quem ali era baterista (uns poucos levantam a mão! A maioria é bicão! Hehe) e quem tinha ido no work que ele fez ano passado. Então ele disse que ia tocar mais um pouco... E como tocou!!!! Mandou um Hard Rock bem legal e até saiu um samba! A versatilidade dele é outra coisa impressionante!

Quando eu já começava a ficar surda (estava bem perto do palco), ele parou para apresentar a batera e responder algumas perguntas. Ele mostrou o equipamento e nos mostrou a diferença do som com e sem Trigger (Ele nos obrigou a fazer “OOOOOOHHHHH” depois da demonstração, pra mostrar que entendemos!), apresentou os rapazes que trabalham com ele (são tantos apelidos diferentes – e uns que ele inventou na hora – que nem consigo lembrar) e se sentou mais perto da gente para tirar nossas dúvidas. Ele respondeu a todas as perguntas e contou muito de sua vida, ídolos, viagens... Mostrou alguns exercícios para melhorar a coordenação, mostrou até como segurar as baquetas! =D
Depois de muito papo ele voltou para a batera. Dessa vez só com o metrônomo (acho que é isso!). Ia tirando o som e explicando porque soava daquela forma. Então ele pediu desculpas caso errasse a próxima música, pois era a mais difícil para ele. Freakeys!!!!!!!

Tocou mais duas e chamou o Leonardo, um dos ótimos bateristas que temos em Rio Verde, para tocar Acid Rain. E o cara mandou muito bem!!! A cara do Aquiles foi a melhor... tipo mestre para aprendiz! Então ele fez algo que eu não imaginei e que nunca vou esquecer: convidou os “amigos que vieram com camiseta do Angra” para ouvirem as duas últimas músicas do palco!!! Eu fiquei catatônica!! Ele teve que berrar “Vem gente!”, senão ninguém acordava do choque!!! (Ainda bem que eu fui com minha camiseta do Rebirth!)

Ele tocou Nova Era (e eu cantei demais!!) e, acho, Angels and Demons. Não tenho certeza porque ali perto dele eu estava mais interessada em vê-lo em ação e tirar fotos. Foi muito bom! Após essa apoteose saímos do auditório e ficamos esperando por ele lá fora! E ele cumpriu o que prometeu! Deu autógrafos e tirou foto com TODOS! Foi muito legal trocar uma idéia com ele! Poder dizer o quanto eu admiro o trabalho dele e como eu ADOREI o Aurora Consurgens!!! Ele foi hiper simpático com todos!

A noite terminou com um convite (que não iremos recusar da próxima vez! =D) e uma promessa de retorno que será aguardada com muita ansiedade! Que venha o Hangar!!!!

Emmanuella e Aquiles Giuli e Aquiles Ana Cláudia e Aquiles.

Por: Ana Cláudia Santana

Aquiles Priester: Lançamento Oficial do PsychoBook

(Publicado em 27/09/2007)
Biografia

Aquiles Priester nasceu em Otjo, cidade situada na África do Sul, onde morou até os 4 anos de idade. Porém, mesmo antes de se mudar de lá, travou seu primeiro contato com uma bateria: um conjunto de jazz se apresentava na TV e a imagem de tambores e pratos sendo percutidos fixou-se na imagem do menino, como que projetando qual viria a ser seu futuro.

Após se mudar para Foz do Iguaçu, no interior do Paraná, desde a adolescência Aquiles teve o sonho de ser músico, começando em uma banda que se apresentava dublando o grupo Ultraje A Rigor, passando por bandas de baile e descambando no rock – e, mais especificamente, no heavy metal. Durante muito tempo, Aquiles enfrentou um dilema: ser baterista ou jogador de futebol, já que sua habilidade com a redonda também era digna de respeito, mas a música falou mais alto.

Após se mudar para Porto Alegre, Aquiles teve aulas com alguns dos melhores mestres de bateria da região, como Mimo Aires, Thabba e Kiko Freitas. Ao mesmo tempo, revezava-se entre bandas cover e grupos que faziam material próprio. Após um hiato em que a carreira de músico promissor quase foi abortada, Aquiles montou o grupo de heavy metal Hangar, com o qual teve oportunidade de abrir um show do Angra em Porto Alegre, em 1998. No ano seguinte, o Hangar lançaria seu primeiro álbum, "Last Time", e, a partir daí, Aquiles passou a ser conhecido nacionalmente.

Em 2001, Aquiles foi anunciado como o novo baterista do Angra, maior grupo de heavy metal melódico do país e com fãs em todas as partes do mundo. Sua carreira, a partir de então, deslanchou. O baterista gravou com a banda os discos "Rebirth" (2001), "Hunters And Prey" (EP, 2002), "Live in São Paulo"(ao vivo, 2002), "Temple Of Shadows" (2004) e "Aurora Consurgens"(2006). Ao longo desses anos, Aquiles foi escolhido inúmeras vezes o melhor baterista de heavy metal no Brasil. Roadie Crew, Rock Brigade e Comando Rock, mais importantes revistas nacionais de rock e que anualmente promovem votações junto a seus leitores para eleger os melhores músicos do gênero, vêm apontando sistematicamente Aquiles como o principal baterista de heavy metal do país. Já revistas de outros países, como a consagrada Burrn!, do Japão, também considerou Aquiles um dos maiores músicos do estilo em todo o mundo.

Aquiles também criou um workshow no qual, utilizando seu equipamento completo, apresenta em detalhes sua técnica insuperável, além de interagir de forma muito pessoal com o público, o que lhe tem valido reconhecimento nacional e internacional – tanto que, além de já ter levado seu workshow a outros países da América do Sul, Europa e Ásia, também foi convidado a ser endorser de inúmeras marcas consagradas. Graças a esse trabalho incansável e a sua postura profissional irrepreensível, Aquiles acabou se tornando o único baterista brasileiro a ter um instrumento signature da marca Mapex.

O workshow de Aquiles acabou se tornando, também, um DVD. “Inside My Drums”, lançado em 2004 e que rapidamente virou recordista de vendas.

Em paralelo ao Angra, Aquiles continuou sua carreira com o Hangar, tendo gravado mais dois álbuns, “Inside Your Soul” (2001) e o recém-lançado "The Reason Of Your Conviction". Além disso, em 2006 ele ainda lançou o álbum de estréia de seu projeto paralelo de rock instrumental Freakeys.

Tudo isso tornava quase obrigatório que Aquiles colocasse na praça um livro instrucional que mostrasse sua exuberante técnica nos dois bumbos. E é isso que você tem em mãos. Inside my PsychoBook – 100 Double Bass Patterns, mostra que o mundo pode ter perdido um grande jogador de futebol, mas nem por isso Aquiles deixou de mostrar que usa muito bem suas pernas...

Antonio Carlos Monteiro
Introdução

Por que lançar um livro com 100 exercícios de dois bumbos? Para mim, isso é muito fácil de responder. Em todo trabalho que venho realizando nos últimos 10 anos, esse é meu enfoque principal.

A técnica de dois bumbos hoje faz parte da linguagem musical do baterista moderno e deixou de ser uma ferramenta exclusiva do músico que toca heavy metal. A evolução das idéias e das técnicas desse estilo está sempre à frente e, a cada dia, percebo que o estudo dos dois bumbos é interminável, pois até as novidades estão sempre sendo recicladas.

Desde que comecei a fazer workshops, sempre escuto a mesma pergunta em todos os eventos: qual o exercício ideal para aumentar minha habilidade nos dois bumbos? Esse método é a minha resposta para essa pergunta. Aqui estão 100 exercícios, dos básicos aos avançados, que mostram meu estilo de tocá-los.

Fiz questão de reforçar bem a base, já que sem isso não existe estrutura para se desenvolver corretamente e seguir desbravando o estudo desse estilo sem limites.

Alguns exercícios foram tocados com dois rides mas, caso você não tenha dois rides no seu kit, pode fechar bem o seu hi-hat esquerdo e utilizá-lo para tocar os exercícios. Foi assim que comecei a desenvolver a mão esquerda nos grooves e a me interessar pelo segundo ride.

Naturalmente, eu conduzo os grooves quaternários em colcheias, acentuando a primeira e a terceira notas usando "down stroke", enquanto a segunda e a quarta toco praticamente como "ghost note", usando "up stroke". É isso que caracteriza o meu groove e, dessa forma, mesmo tocando heavy metal, minha condução não fica reta e mecânica.

Antes de começar os exercícios, dependendo da fórmula de compasso, o metrônomo tocará um compasso de espera – com exceção dos exercícios em que o andamento é mais rápido, nos quais deixei dois compassos de espera.

Estudar os exercícios dessa forma aumentará significativamente sua intimidade com a técnica de dois bumbos. Conforme você for praticando, outras novas idéias de grooves surgirão e você ainda ampliará cada vez mais o seu vocabulário.

Muita sorte e boa prática para todos!
Um abraço
Aquiles Priester